50 anos de parceria com a natureza

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Com base em nosso conhecimento especializado, fornecemos um sistema integrado de soluções naturais e seguras para melhorar a saúde das plantas, sua resiliência e produtividade.

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Atualização Koppert COVID-19

Devido aos desenvolvimentos atuais da COVID19, consideramos importante mantê-lo atualizado sobre como estamos gerenciando a situação, enquanto empresa provedora de insumos agrícolas.

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O que podemos fazer pelo seu cultivo

O que fazemos na Koppert é oferecer ao agricultor soluções que existem na própria natureza como inimigos naturais e micro-organismos que reduzem a incidência de pragas e doenças que acometem as plantas, bem como inoculantes que tornam as culturas mais resistentes, da raiz até as folhas.

Dessa forma, trabalhamos para tornar a agricultura brasileira e mundial mais saudável, segura, produtiva, e sustentável.

Trabalhar com a natureza requer uma abordagem holística que torna o cultivo de plantações alimentares amiga do ambiente e livre de resíduos químicos.

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Biotecnologia é a principal área do conhecimento que o AgTech Valley tem a oferecer

Entrevista: Sergio Marcus Barbosa - Gerente Executivo da EsalqTec (Incubadora Tecnológica da Esalq/USP) Lançado em meados de 2016, o conceito do Vale do Piracicaba (AgTech Valley), se expandiu consideravelmente pela cidade e hoje agrega o mais representativo ecossistema das startups do agronegócio brasileiro. Tendo como agentes principais a Esalqtec – Incubadora Tecnológica da Esalq/USP, o Pulse/Raízen, o AgTech Garage, o Parque Tecnológico de Piracicaba, o Sebrae/SP e a Coplacana, o ecossistema já concentra mais de 50 agtechs, além de aceleradoras, incubadoras e fundos de investimento. O Vale também está ligado a grandes empresas do setor instaladas na região de Piracicaba e a centros de ensino e pesquisa, o que faz dele o principal centro motor da inovação no agro nacional. Biojournal - O que é e como surgiu o AgTech Valley? Sergio - O Vale do Piracicaba (nomenclatura que eu prefiro) ou AgTech Valley é a denominação do nosso ecossistema tecnológico com foco em tecnologia para a agricultura. Em 2015, durante o prêmio Empreendetec (outubro), mencionei pela primeira vez para o público presente que Piracicaba poderia ser considerada como o Vale do Silício no Brasil na tecnologia para a agricultura. No mesmo ano, foi articulado com algumas pessoas para o engajamento da campanha de lançamento do Vale, que veio a se consolidar oficialmente em maio de 2016. Biojournal – Quais os principais eventos e atores desse ecossistema? Sergio - O Agtech Day que acontece duas vezes ao ano e está em sua oitava edição, realizada em novembro de 2019 e o Esalq Show, que este ano aconteceu pela terceira vez, em outubro. Como é um ecossistema colaborativo, os atores são diversos com destaque para: Esalq/USP, EsalcTec, Prefeitura de Piracicaba, Pecege, Apla, Avance, Coplacana, Atepi, Sebrae, Ipef, Pulse, Parque Tecnológico de Piracicaba, Imaflora e AgTech Garage. Biojournal – Qual a importância para o agronegócio? Sergio - Quando se discute sobre a “nova agricultura”, a sustentabilidade é a palavra-chave. O nosso ecossistema reúne atores importantes na geração de conhecimento e inovação tecnológica, com vários ambientes de inovação atuando em fornecer apoio para empresas e empreendedores que atuam ou pretendem atuar no agronegócio brasileiro, um setor fundamental para a economia do país. Biojournal - Quantas agtechs o vale congrega hoje? Sergio - Sinceramente não me preocupo com números, mas sim com a qualidade do ecossistema, refletida nos diversos ambientes de geração de conhecimento e inovação, que atraem agtechs do Brasil e do mundo. Estudo recente feito pela Embrapa e SP Ventures colocava Piracicaba como a segunda em número de agtechs no Brasil, perdendo apenas para São Paulo (SP). Biojournal – Qual a importância da biotecnologia nesse cenário? Sergio - Acredito que a biotecnologia seja a principal área de conhecimento e potencial que o Vale do Piracicaba tem a oferecer. A história do controle biológico e outras contribuições relacionadas com a genética na agricultura começaram aqui, com pesquisadores da Esalq/USP e empresas do setor. Biojournal – Como deve ser dar a expansão desse ecossistema? Sergio - De forma natural. Nos baseamos no modelo do Vale do Silício (EUA), as iniciativas empreendedoras ocorreram e devem ocorrer de forma espontânea, com o governo local sendo um facilitador e desenvolvedor de políticas públicas. A iniciativa privada é que deve liderar este processo de expansão, oferecendo oportunidades e gerando riqueza para o município.


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