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Data de publicação: abril 13, 2021

Mês da Mulher é comemorado com depoimento de colaboradoras e clientes

Para homenagear as mulheres no mês dedicado a elas, o BioJournal entrevistou algumas colaboradoras e clientes para representar a força, o dinamismo e o protagonismo feminino no agro e nos negócios. A Koppert prima pelo tratamento igualitário no ambiente de trabalho e na sociedade e emprega mulheres em todos os níveis profissionais. Vamos conhecer algumas dessas mulheres especiais. A Bruna Cristina Teixeira Gomes é auxiliar de laboratório do controle de Qualidade (CQ), e trabalha há pouco mais de três anos na empresa, onde passou pelo no setor de macrobiológicos e hoje está atuando com os microbiológicos, na sede, em Piracicaba (SP). Ela relata que na Koppert encontrou um ambiente respeitoso e agradável. “Passei por um setor que a maioria era de homens, no começo fiquei insegura, mas fui bem recebida e aprendi tudo que faço hoje com ajuda e incentivo deles, que me deram confiança e espaço.” Para conciliar a vida profissional com a pessoal, Bruna lembra que é um desafio. “Sou casada e estou fazendo faculdade de Tecnólogo em Biocombustíveis, mas consigo levar tudo da melhor maneira possível, com dedicação e profissionalismo.”

Michele Beira Nocete é líder contábil e fiscal há um ano e meio na Koppert e conta que quando chegou na empresa ficou muito feliz em ver a quantidade de mulheres fortes e emponderadas que assumem seus cargos com muita eficiência. Sobre seu trabalho no agronegócio, Michele pondera que o cenário do agro na contabilidade é um desafio, pelos conceitos e estratégias ligados ao setor, das técnicas de produção, do conhecimento da contabilidade moderna e das novas tecnologias. “Fica claro o entendimento sobre o papel da contabilidade como uma das ferramentas essenciais para a tomada de decisão em qualquer campo administrativo. Especificamente em relação ao agronegócio, a contabilidade auxilia o gestor no controle de gastos, na previsão de investimentos e nas reservas necessárias, já que o agronegócio lida com fatores sazonais, o que torna este tipo de gestão uma variante”, explica.

A auxiliar administrativa, Caroline Cianci de Oliveira, avalia o ambiente de trabalho como agradável, descontraído, sempre com muito respeito. “As mulheres estão em quase todos os departamentos (administrativo, campo, pesquisa) e em diversos níveis de cargos.” Caroline destaca a missão da Koppert. “Levo e compartilho com familiares e amigos nossa missão: contribuir para a melhor saúde das pessoas e do planeta, e em parceria com a natureza!”

Doralice Ferreira Alves, que atua no Desenvolvimento de Mercado, pondera que a rotina de trabalho na Koppert permite harmonia entre a vida pessoal e a profissional. “Os horários são bem definidos e planejados, assim dá para ter as divisões bem acertadas. Com um bom planejamento fica fácil.” Em relação a trabalhar com agronegócio, ela considera um desafio pois em muitos momentos as mulheres precisam administrar preconceitos e mostrar que podem atuar onde quiserem. “Por outro lado, o cenário no agro tem mudado positivamente, pois emprega cada vez mais mulheres em diversas posições”, explica.

A produtora de grãos Hildegard Abt, de Guarapuava (PR), assumiu a propriedade da família há três anos, após a aposentadoria dos pais, e faz toda a gestão da fazenda com a ajuda do filho e de um funcionário. “O produtor rural não tem rotina, dependendo da época do ano e do andamento da safra, as atividades vão mudando. Além da parte agrícola, tem toda a burocracia administrativa para cuidar”, relata. Hildegard não sente dificuldades em trabalhar na agricultura pelo gênero. “Eu me formei em engenharia florestal e estou acostumada a atuar em áreas mais masculinas. Acho que o conhecimento e experiência sempre são levados mais em consideração.” Para ela, o maior orgulho de sua profissão é dar continuidade ao legado da família, que administra a propriedade há 42 anos. De olho na sustentabilidade, ela começou no ano passado a praticar o MIP (Manejo Integrado de Pragas), reduzindo o uso de defensivos químicos e adotando o manejo biológico. “Também mantemos nossa área de preservação permanente e reserva legal como nossa contribuição para o meio ambiente”, finaliza.

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